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Liturgia: "Supremacia e a eficácia do sacrifício de Cristo" | 3ª Semana do Tempo Comum 🟢

A liturgia deste dia 27 de janeiro de 2025, que marca a segunda-feira da 3ª semana do Tempo Comum, destaca a supremacia e a eficácia do sacrifício de Cristo, bem como a unidade espiritual dos fiéis. A celebração enfatiza a importância da união entre os cristãos e a centralidade do sacrifício de Jesus como fonte de salvação e redenção para toda a humanidade.

Leituras:

  1. 1ª Leitura: Hebreus 9,15.24-28

    • Jesus é o mediador da nova aliança, e seu sacrifício único é eficaz na remoção do pecado, prometendo-nos a sua segunda vinda. Ele nos oferece a esperança de uma vida eterna ao lado de Deus, onde não haverá mais dor, sofrimento ou morte. Com sua ressurreição, Jesus venceu o poder do pecado e da morte, garantindo-nos a vitória final sobre todas as coisas. Ele nos convida a segui-lo, a viver em comunhão com Ele e a experimentar a plenitude de sua graça e amor. É por meio de Jesus que temos acesso a Deus e podemos desfrutar das bênçãos da nova aliança, vivendo uma vida transformada e cheia de propósito.

  2. Salmo Responsorial: Salmo 97(98),1.2-3ab.3cd-4.5-6

    • Louvemos a Deus por Seus atoshosos e pela manifestação de Sua fidelidade e justiça a todas as nações. Que Sua glória seja exaltada e Seu nome seja engrandecido em todos os cantos da Terra. A cada amanhecer, somos testemunhas do Seu amor imenso e da Sua infinita, que se renovam sobre nós. Que possamos sempre reconhecer e por Suas bênçãos e por Sua presença constante em nossas vidas. Aleluia!

  3. Evangelho: Marcos 3,22-30

    • Jesus rebate as acusações de estar possuído por Beelzebu com uma poderosa defesa, destacando a importância da unidade espiritual e a seriedade do pecado contra o Espírito Santo. Ele explica que um reino dividido não pode subsistir e que, se estivesse possuído por Beelzebu, não poderia expulsar demônios. Em vez disso, Ele fala sobre a força do Espírito Santo e a necessidade de estar em harmonia com Deus, alertando sobre as graves consequências de pecar contra o Espírito Santo, um pecado imperdoável que demonstra a profundidade da separação espiritual.

Primeira Leitura: Leitura da Carta aos Hebreus 9,15.24-28

Irmãos, 15. Cristo é mediador de uma nova aliança. Pela sua morte, ele reparou as transgressões cometidas no decorrer da primeira aliança. E, assim, aqueles que são chamados recebem a promessa da herança eterna. 24. Jesus não entrou num santuário feito por mão humana, imagem do verdadeiro, mas no próprio céu, a fim de comparecer, agora, na presença de Deus, em nosso favor. 25. E não foi para se oferecer a si muitas vezes, como o sumo sacerdote que, cada ano, entra no Santuário com sangue alheio. 26. Porque, se assim fosse, deveria ter sofrido muitas vezes, desde a fundação do mundo. Mas foi agora, na plenitude dos tempos, que, uma vez por todas, ele se manifestou para destruir o pecado pelo sacrifício de si mesmo. 27. O destino de todo homem é morrer uma só vez, e depois vem o julgamento. 28. Do mesmo modo, também Cristo, oferecido uma vez por todas, para tirar os pecados da multidão, aparecerá uma segunda vez, fora do pecado, para salvar aqueles que o esperam.

  • Palavra do Senhor
  • Graças a Deus

Salmo Responsorial: Salmo 97(98),1.2-3ab.3cd-4.5-6


R. 1a. Cantai ao Senhor Deus um canto novo, porque ele fez prodígios!

1. Cantai ao Senhor Deus um canto novo, porque ele fez prodígios! Sua mão e o seu braço forte e santo alcançaram-lhe a vitória.

R. 1a. Cantai ao Senhor Deus um canto novo, porque ele fez prodígios!

2. O Senhor fez conhecer a salvação, e às nações, sua justiça; 3a. recordou o seu amor sempre fiel b. pela casa de Israel.

R. 1a. Cantai ao Senhor Deus um canto novo, porque ele fez prodígios!

c. Os confins do universo contemplaram d. a salvação do nosso Deus. 4. Aclamai o Senhor Deus, ó terra inteira, alegrai-vos e exultai.

R. 1a. Cantai ao Senhor Deus um canto novo, porque ele fez prodígios!

5. Cantai salmos ao Senhor ao som da harpa e da cítara suave! 6. Aclamai, com os clarins e as trombetas, ao Senhor, o nosso Rei!

R. 1a. Cantai ao Senhor Deus um canto novo, porque ele fez prodígios!

Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos 3,22-30

Naquele tempo, 22. os mestres da Lei, que tinham vindo de Jerusalém, diziam que ele estava possuído por Beelzebu, e que pelo príncipe dos demônios ele expulsava os demônios. 23. Então Jesus os chamou e falou-lhes em parábolas: "Como é que Satanás pode expulsar a Satanás? 24. Se um reino se divide contra si mesmo, ele não poderá manter-se. 25. Se uma família se divide contra si mesma, ela não poderá manter-se. 26. Assim, se Satanás se levanta contra si mesmo e se divide, não poderá sobreviver, mas será destruído. 27. Ninguém pode entrar na casa de um homem forte para roubar seus bens, sem antes o amarrar. Só depois poderá saquear sua casa. 28. Em verdade vos digo: tudo será perdoado aos homens, tanto os pecados, como qualquer blasfêmia que tiverem dito. 29. Mas quem blasfemar contra o Espírito Santo, nunca será perdoado, mas será culpado de um pecado eterno". 30. Jesus falou isso, porque diziam: "Ele está possuído por um espírito mau".

  • Palavra da Salvação
  • Glória a Vós Senhor

Reflexão

A liturgia nos convida a refletir sobre a importância do sacrifício redentor de Cristo e a viver em unidade, reconhecendo a ação divina em nossas vidas. Somos chamados a louvar a Deus com um coração grato pelas Suas maravilhas e justiça, e a manter nossa fé firme no poder do Espírito Santo. A liturgia, como expressão da fé cristã, nos envolve em um profundo sentimento de gratidão e reconhecimento pela obra redentora de Cristo. Ela nos lembra da necessidade de vivermos em comunhão uns com os outros, fortalecendo nossos laços espirituais e comunitários. Ao celebrarmos a liturgia, somos inspirados a louvar a Deus com sinceridade e devoção, reconhecendo Sua justiça e bondade em nossas vidas. Além disso, somos incentivados a manter nossa fé inabalável no poder transformador do Espírito Santo, que nos guia e fortalece em nossa jornada espiritual. Portanto, a liturgia não é apenas um momento de celebração, mas também um convite à reflexão, ao louvor e à renovação de nossa fé, firmados na ação redentora de Cristo e na presença constante do Espírito Santo em nossas vidas.

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