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Liturgia do dia: "Eis teu filho. Eis a tua mãe" | Bem-aventurada Virgem Maria, Mãe da Igreja ⚪

O estado do Rio Grande do Sul passa por momentos desafiadores, enfrentando eventos catastróficos que afetaram drasticamente a vida de seus moradores. As intensas precipitações provocaram deslizamentos e erosões de solo, acarretando em perdas substanciais para inúmeras famílias. Em resposta a essa crise, a comunidade se mobiliza em um espírito de oração e solidariedade, buscando consolo e determinação para vencer as dificuldades. Elevam-se preces para que as chuvas deem lugar ao sol, possibilitando a drenagem das águas e o progresso nas operações de salvamento e reconstrução. Apela-se às autoridades por uma intervenção rápida e eficaz no auxílio aos afetados e por um movimento solidário expresso através de contribuições e suporte material. Que o alívio, a benevolência e a serenidade invadam os corações dos que sofrem com o luto e as perdas, e que a esperança de tempos mais prósperos seja reacendida a cada ato de empatia e cooperação.


Primeira Leitura: Leitura do Livro do Gênesis 3,9-15.20

Esta passagem do Livro do Gênesis, é um trecho crucial da Bíblia que narra a interação entre Deus, Adão, Eva e a serpente no Jardim do Éden. Este episódio ocorre logo após Adão e Eva desobedecerem às instruções divinas. A narrativa detalha o diálogo entre Deus e os primeiros humanos, bem como a maldição imposta à serpente, marcando um momento decisivo na história bíblica da humanidade..

Depois que Adão comeu do fruto proibido, Deus o chamou e perguntou onde ele estava. Adão respondeu que ouviu a voz de Deus no jardim e se escondeu porque estava nu. Deus então perguntou a Adão quem lhe disse que ele estava nu e se ele comeu da árvore da qual Deus havia proibido. Adão respondeu que a mulher que Deus lhe deu como companheira lhe deu o fruto da árvore e ele comeu.

Deus então perguntou à mulher por que ela fez isso, e a mulher respondeu que a serpente a enganou e ela comeu. Deus então amaldiçoou a serpente e disse que haveria inimizade entre a serpente e a mulher, e entre a descendência da serpente e a dela.

Adão chamou sua mulher de “Eva”, porque ela é a mãe de todos os viventes.

Esta passagem é frequentemente interpretada como a história do pecado original, onde Adão e Eva desobedeceram a Deus ao comer o fruto proibido. A serpente é vista como a representação do mal que engana e leva à desobediência. A maldição da serpente e a inimizade posta entre a serpente e a mulher e suas descendências são vistas como a promessa de Deus de um salvador que viria da descendência da mulher para derrotar o mal.

Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e a dela

Depois que Adão comeu do fruto da árvore, 9. o Senhor Deus o chamou, dizendo: "Onde estás?" 10. E ele respondeu: "Ouvi tua voz no jardim, e fiquei com medo porque estava nu; e me escondi". 11. Disse-lhe o Senhor Deus: "E quem te disse que estavas nu? Então comeste da árvore, de cujo fruto te proibi comer?" 12. Adão disse: "A mulher que tu me deste por companheira, foi ela que me deu do fruto da árvore, e eu comi". 13. Disse o Senhor Deus à mulher: "Por que fizeste isso?" E a mulher respondeu: "A serpente enganou-me e eu comi". 14. Então o Senhor Deus disse à serpente: "Porque fizeste isso, serás maldita entre todos os animais domésticos e todos os animais selvagens! Rastejarás sobre o ventre e comerás pó todos os dias da tua vida! 15. Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e a dela. Esta te ferirá a cabeça e tu lhe ferirás o calcanhar". 20. E Adão chamou à sua mulher "Eva", porque ela é a mãe de todos os viventes.

  • Palavra do Senhor
  • Graças a Deus

Salmo Responsorial - Sl 86(87),1-2.3 e 5.6-7 (R. 3)

R: Dizem coisas gloriosas da Cidade do Senhor

— O Senhor ama a cidade que fundou no Monte santo;  ama as portas de Sião *mais que as casas de Jacó.

R: Dizem coisas gloriosas da Cidade do Senhor

— Dizem coisas gloriosas da Cidade do Senhor. De Sião, porém, se diz: “Nasceu nela todo homem; Deus é sua segurança”.

R: Dizem coisas gloriosas da Cidade do Senhor

— Deus anota no seu livro, onde inscreve os povos todos: “Foi ali que estes nasceram". Por isso todos juntos a cantar se alegrarão; e, dançando, exclamarão: “Estão em ti as nossas fontes!".

R: Dizem coisas gloriosas da Cidade do Senhor


Evangelho de Jesus Cristo segundo João 19,25-34

Este trecho do Evangelho segundo João, capítulo 19, versículos de 25 a 34, é uma narrativa impactante que detalha os acontecimentos que se desenrolaram durante a crucificação de Jesus. Esta passagem bíblica é profundamente reverenciada, pois retrata momentos cruciais como a interação de Jesus com sua mãe e o discípulo amado, bem como o ato final de sua morte, quando um soldado perfura seu lado com uma lança, simbolizando a entrega de seu espírito

Nesta passagem, Maria, a mãe de Jesus, Maria de Cléofas, a irmã de Maria, e Maria Madalena estavam perto da cruz de Jesus. Quando Jesus viu sua mãe e o discípulo que ele amava (geralmente entendido como João, o autor do evangelho) ao lado dela, ele disse à sua mãe: “Mulher, este é o teu filho”. Em seguida, ele disse ao discípulo: "Esta é a tua mãe". A partir daquele momento, o discípulo acolheu Maria em sua casa.

Depois disso, sabendo que tudo estava consumado e para que a Escritura se cumprisse até o fim, Jesus disse: "Tenho sede". Um soldado então ofereceu a Jesus uma esponja embebida em vinagre. Depois de tomar o vinagre, Jesus disse: “Tudo está consumado”, inclinou a cabeça e entregou o espírito.

Esta passagem é frequentemente interpretada como a demonstração final do amor sacrificial de Jesus, a realização das Escrituras e a instituição de Maria como a mãe espiritual de todos os cristãos. A frase “Tudo está consumado” é vista como a declaração final de Jesus de que sua obra redentora na terra foi concluída.

Eis  teu filho. Eis a tua mãe

Naquele tempo, 25. perto da cruz de Jesus, estavam de pé a sua mãe, a irmã da sua mãe, Maria de Cléofas, e Maria Madalena. 26. Jesus, ao ver sua mãe e, ao lado dela, o discípulo que ele amava, disse à mãe: “Mulher, este é o teu filho”. 27. Depois disse ao discípulo: “Esta é a tua mãe”. Daquela hora em diante, o discípulo a acolheu consigo.

28. Depois disso, Jesus, sabendo que tudo estava consumado, e para que a Escritura se cumprisse até o fim, disse:  “Tenho sede”. 29. Havia ali uma jarra cheia de vinagre. Amarraram numa vara uma esponja embebida de vinagre e levaram-na à boca de Jesus. 30. Ele tomou o vinagre e disse: “Tudo está consumado”. E, inclinando a cabeça, entregou o espírito.

31. Era o dia da preparação para a Páscoa. Os judeus queriam evitar que os corpos ficassem na cruz durante o sábado, porque aquele sábado era dia de festa solene. Então pediram a Pilatos que mandasse quebrar as pernas aos crucificados e os tirasse da cruz. 32. Os soldados foram e quebraram as pernas de um e depois do outro que foram crucificados com Jesus. 33. Ao se aproximarem de Jesus, e vendo que já estava morto, não lhe quebraram as pernas; 34. mas um soldado abriu-lhe o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água.

  • Palavra da Salvação
  • Glória a Vós Senhor

ORAÇÕES PARA O RIO GRANDE DO SUL


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