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Santa Palavra do dia: "Tu és o Cristo de Deus" (Lc.9,20) | São Vicente de Paulo | 25ª Semana do Tempo Comum ⚪

Eclesiastes 3:1-11 é um trecho amplamente reconhecido da Bíblia, que discorre sobre a natureza cíclica da existência e a importância de compreender que existe um momento adequado para cada propósito sob o céu. Esta passagem poética e reflexiva nos convida a considerar a ordem e o tempo determinados para todos os eventos da vida, desde o nascimento até a morte, e tudo o que ocorre entre eles. Ela nos ensina a aceitar o fluxo natural dos acontecimentos e a encontrar significado e propósito dentro de cada fase da jornada humana.

Aqui está um resumo dos seguintes versículos:

  1. Tempo para Tudo: O texto começa afirmando que “Para tudo há uma ocasião, e um tempo para cada propósito debaixo do céu” (Eclesiastes 3:1). Isso sugere que todas as atividades e eventos na vida têm um momento apropriado para acontecer.
  2. Lista de Contrastes: Os versículos seguintes (2-8) apresentam uma série de contrastes, como “tempo de nascer e tempo de morrer; tempo de plantar e tempo de arrancar o que se plantou”. Esses contrastes mostram que a vida é composta de diferentes fases e que cada uma tem seu valor e propósito.
  3. Beleza no Tempo Certo: No versículo 11, é dito que Deus “fez tudo apropriado ao seu tempo”. Isso indica que, embora possamos não entender completamente o plano divino, há uma beleza e propósito em cada momento da vida.
  4. Eternidade no Coração: Ainda no versículo 11, o autor menciona que Deus colocou a eternidade no coração dos homens, sugerindo que temos um desejo inato de compreender o eterno e o divino, mesmo que não possamos entender completamente os caminhos de Deus.

Essa passagem nos convida a refletir sobre a importância de aceitar e valorizar cada fase da vida, confiando que há um propósito maior em tudo o que acontece.

Primeira Leitura: Leitura do Livro do Eclesiastes 3,1-11

Há um momento oportuno para tudo que acontece debaixo do céu

Tudo tem seu tempo. Há um momento oportuno para tudo que acontece debaixo do céu. 2. Tempo de nascer e tempo de morrer; tempo de plantar e tempo de colher a planta. 3. Tempo de matar e tempo de salvar; tempo de destruir e tempo de construir. 4. Tempo de chorar e tempo de rir; tempo de lamentar e tempo de dançar. 5. Tempo de atirar pedras e tempo de as amontoar; tempo de abraçar e tempo de se separar. 6. Tempo de buscar e tempo de perder; tempo de guardar e tempo de esbanjar. 7. Tempo de rasgar e tempo de costurar; tempo de calar e tempo de falar. 8. Tempo de amar e tempo de odiar; tempo de guerra e tempo de paz. 9. Que proveito tira o trabalhador de seu esforço? 10. Observei a tarefa que Deus impôs aos homens, para que nela se ocupassem. 11. As coisas que ele fez são todas boas no tempo oportuno. Além disso, ele dispôs que fossem permanentes; no entanto o homem jamais chega a conhecer o princípio e o fim da ação que Deus realiza.

  • Palavra do Senhor
  • Graças a Deus

Salmo Responsorial - Sl 143(144),1a e 2abc.3-4 (R. 1a)

R. 1a. Bendito seja o Senhor, meu rochedo!

1a. Bendito seja o Senhor, meu rochedo. 2a. Ele é meu amor, meu refúgio, b. libertador, fortaleza e abrigo; c. É meu escudo: é nele que espero,

R. 1a. Bendito seja o Senhor, meu rochedo!

3. Que é o homem, Senhor, para vós? Por que dele cuidais tanto assim, e no filho do homem pensais? 4. Como o sopro de vento é o homem, os seus dias são sombra que passa.

R. 1a. Bendito seja o Senhor, meu rochedo!


O Evangelho de Lucas 9,18-22 é notável por diversos motivos. Este trecho apresenta um momento crucial na narrativa bíblica, onde Jesus, em um lugar reservado, interroga seus discípulos sobre a percepção do povo a respeito de sua identidade. As respostas variam, mas é Pedro quem reconhece Jesus como o Cristo de Deus, uma declaração que marca um ponto de virada no entendimento dos discípulos sobre a missão e a natureza de Jesus. Além disso, Jesus prediz seu sofrimento, rejeição pelos líderes religiosos, morte e ressurreição, eventos que são fundamentais para a fé cristã. Este episódio é significativo não apenas pelo reconhecimento de Jesus como o Messias, mas também por estabelecer a base para a futura proclamação do Evangelho após sua ressurreição.

Aqui está um resumo dos seguintes versículos:

  1. Identidade de Jesus: Jesus pergunta aos seus discípulos quem as multidões dizem que Ele é. Eles respondem que alguns dizem que Ele é João Batista, outros que é Elias, e outros ainda que é um dos antigos profetas que ressuscitou.
  2. Confissão de Pedro: Jesus então pergunta diretamente aos discípulos quem eles dizem que Ele é. Pedro responde: "O Cristo de Deus". Esta confissão é crucial, pois reconhece Jesus como o Messias prometido.
  3. Primeiro Anúncio da Paixão: Após a confissão de Pedro, Jesus fala pela primeira vez sobre seu sofrimento, morte e ressurreição. Ele explica que é necessário que o Filho do Homem sofra muitas coisas, seja rejeitado pelos líderes religiosos, seja morto e ressuscite ao terceiro dia.

Este trecho destaca a importância de reconhecer a verdadeira identidade de Jesus e prepara os discípulos para os eventos futuros de sua paixão e ressurreição. Ele também sublinha a necessidade de compreender que o caminho de Jesus envolve sofrimento e sacrifício, mas culmina na vitória da ressurreição.

Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 9,18-22

Tu és o Cristo de Deus. O Filho do Homem deve sofrer muito

Aconteceu que Jesus 18. estava rezando num lugar retirado, e os discípulos estavam com ele. Então Jesus perguntou-lhes: "Quem diz o povo que eu sou?" 19. Eles responderam: "Uns dizem que és João Batista; outros, que és Elias; mas outros acham que és algum dos antigos profetas que ressuscitou". 20. Mas Jesus perguntou: "E vós, quem dizeis que eu sou?" Pedro respondeu: "O Cristo de Deus". 21. Mas Jesus proibiu-lhes severamente que contassem isso a alguém. 22. E acrescentou: "O Filho do Homem deve sofrer muito, ser rejeitado pelos anciãos, pelos sumos sacerdotes e doutores da Lei, deve ser morto e ressuscitar no terceiro dia".

  • Palavra da Salvação
  • Glória a Vós Senhor

Cor Litúrgica: branco

Na liturgia, a cor branca representa a alegria cristã e a vida em Cristo. É utilizada em momentos especiais como a Solenidade do Natal, o Tempo do Natal, a Quinta-Feira Santa, a Vigília Pascal do Sábado Santo, nas festas do Senhor e nas celebrações dos santos. Durante o Tempo Pascal, a cor branca predomina, simbolizando a Ressurreição e evocando a imagem de Cristo transfigurado.

A liturgia da palavra, composta pela primeira leitura, o salmo responsorial e o evangelho, é um elemento central da fé cristã, encontrando-se todos registrados na Bíblia Sagrada. Esses textos são lidos e refletidos durante as celebrações, proporcionando aos fiéis uma oportunidade de meditar sobre as escrituras sagradas e aplicar seus ensinamentos na vida cotidiana. Se você tem em mãos o livro sagrado, dedique-se à sua leitura.


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